Secretaria do Consumidor do DF notifica Shopee por anúncios de figurinhas não oficiais da Copa do Mundo 2026
Secretaria do Consumidor do DF notifica Shopee por venda de figurinhas não oficiais da Copa de 2026 Reprodução A Secretaria Extraordinária de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (SDC/DF) notificou, nesta terça-feira (9), a plataforma Shopee por venda de figurinhas “não oficiais” da Copa do Mundo de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. De acordo com o órgão, a empresa tem prazo de 10 dias para apresentar esclarecimentos sobre a comercialização desses itens no site. Até a última atualização desta reportagem, a Shopee não havia enviado manifestação ao governo. O g1 pediu um posicionamento da empresa e também aguarda retorno. Os anúncios identificados pela fiscalização trazem, de forma explícita, a informação de que se tratam de “figurinhas NÃO oficiais” nos títulos dos produtos. As ofertas incluem, ainda, a reprodução de elementos visuais diretamente associados à Copa do Mundo FIFA 2026, incluindo referências ao torneio, ao troféu, às seleções e à identidade gráfica do evento. A Secretaria afirma que a prática pode: induzir o público a erro quanto à origem do produto criar falsa expectativa de compatibilidade com coleções oficiais e comprometer a legítima expectativa de autenticidade, qualidade e valor de coleção dos itens adquiridos. Mãe consegue as 980 figurinhas antes de ter o álbum da Copa para o filho A pasta pediu: a suspensão imediata dos anúncios e questionou quais mecanismos de controle são utilizados para impedir a comercialização de produtos falsificados na plataforma. Para o secretário extraordinário do Consumidor, Samuel König, a atuação busca impedir que consumidores sejam lesados e reforçar a responsabilidade das plataformas digitais na prevenção de práticas potencialmente abusivas. “Nossa atuação é para garantir transparência, combater possíveis falsificações e impedir que milhares de pessoas sejam induzidas a comprar algo diferente daquilo que acreditam estar adquirindo. As plataformas têm responsabilidade de agir quando são formalmente alertadas sobre situações que podem colocar consumidores em risco", ressalta König. LEIA MAIS: FEMINÍCIDIO: 'Era muito controlador', diz filha de vítima de feminicídio no DF; homem vai a júri popular nesta quarta-feira (10) BRB: O que já se sabe e o que ainda é dúvida sobre o empréstimo de R$ 6,6 bilhões para salvar o banco Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
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