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Caso Master: Daniel Vorcaro cita Dark Horse e Ciro Nogueira em nova proposta de delação

G1
09 de Junho de 2026 às 21:12
3 min de leitura
Caso Master: Daniel Vorcaro cita Dark Horse e Ciro Nogueira em nova proposta de delação

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, incluiu informações sobre o financiamento de Dark Horse, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e sobre a relação com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) na nova proposta de colaboração premiada. Daniel Vorcaro, entretanto, não trata os pagamentos para a produção do filme como propina. A avaliação de investigadores é de que as informações não apresentaram elementos novos para a investigação e a tendência é que o acordo seja negado novamente. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu dinheiro a Vorcaro para o filme sobre o pai. A informação foi revelada pelo "Intercept Brasil", que afirmou que banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção. A defesa de Vorcaro também incluiu informações sobre a relação do banqueiro com o senador Ciro Nogueira, presidente do PP, mas atenua as responsabilidades em relação àquilo que a Polícia Federal já descobriu. Agora no g1 Ciro Nogueira foi alvo de operação da polícia federal acusado de usar mandato para favorecer o Master, em maio. A PF diz que Vorcaro enviou um envelope a Ciro Nogueira com um projeto de lei que favorecia interesses do banqueiro. A investigação também identificou o pagamento de uma espécie de mesada de R$ 500 mil. A defesa teve acesso a todo conteúdo do primeiro celular apreendido com o banqueiro quando ele foi preso pela primeira vez, em novembro do ano passado. O conteúdo tem servido de base para as investigações, que avançam sem a colaboração do banqueiro. Em uma das mensagens trocadas pelo casal, Daniel Vorcaro explica quem é Ciro Nogueira (à esquerda) para a namorada. Jefferson Rudy/Agência Senado/Reprodução/TV Globo Acordo de colaboração No mês passado, a PF rejeitou uma primeira versão de delação. O acordo segue sendo negociado com a PF e com a PGR de forma conjunta. Investigadores vinham reclamando que o material apresentado pela defesa acrescentava pouco em relação ao que já foi levantado pela PF e que a impressão era que Vorcaro agia para proteger pessoas próximas. A PF aprendeu mais de oito celulares de Daniel Vorcaro e apenas a perícia inicial de parte desses telefones já revelou que o esquema do banqueiro vai além de um esquema de fraudes financeiras, envolvendo corrupção, organização criminosa e uso de uma milícia privada para atacar adversários e acessar dados sigilos. Segundo o blog do Valdo Cruz no g1, a negociação da delação tem como eixo a devolução de recursos e a eventual comprovação de atos de ofício de autoridades citadas. Investigadores relataram que a lógica do acordo é técnica, sem alvos pré-definidos ou exclusões. Em 22 de maio, interlocutores do banqueiro afirmaram ao blog que ele aceitou subir de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões o valor a ser devolvido caso seja fechada uma colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR).
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